2021 bateu o recorde nos preços mundiais dos alimentos.

O aumento dos preços dos alimentos básicos é uma grande preocupação para os países em desenvolvimento, especialmente os africanos cuja os níveis de transformação e processamento são os mais baixos.

Embora a mesma situação já tenha sido observada em 2020, em comparação com 2019, a situação piorou no ano passado.

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura, FAO, revela um aumento de 28,1% nos custos da comida no ano 2021, quando comparado a 2020.

A análise publicada nesta quinta-feira, 6 de Janeiro de 2022, em Roma, demonstrou que o ano de 2021 viu um aumento recorde nos preços mundiais dos alimentos.

O índice da FAO que acompanha a evolução dos preços dos 5 géneros alimentícios mais comercializados no mercado internacional (cereais, óleos, carnes, açúcar e lacticínios) foi efetivamente estabelecido em 125,7 pontos, um aumento de 28 % face a 2020 e o valor mais elevado desde 2011.

Embora esse aumento nos alimentos tenha afetado todos os produtos estudados, a tendência foi particularmente acentuada para óleos vegetais, cereais e açúcar.

Ao nível dos óleos vegetais, os preços apresentaram um aumento de 65,8% em relação a 2020, atingindo um patamar histórico.

Por seu lado, os cereais viram o seu preço subir 27,2% em termos homólogos, atingindo o nível mais elevado desde 2012.

O milho e o trigo seguiram a tendência desta dinâmica com aumentos respetivos de 44% e 31%, face a 2020, devido aos problemas da oferta.

Do lado do açúcar, o índice atingiu em 2021 um pico não registado desde 2016.

Embora globalmente o surto seja problemático para pessoas em países em desenvolvimento que gastam grande parte de sua renda em alimentos básicos, a FAO indica que o fenómeno pode continuar ainda em 2022.

As incertezas deixam pouco espaço para otimismo sobre o retorno às condições estáveis ​​do mercado”, alerta Abdolreza Abbassian, economista-chefe dessa agência da ONU.

Já de acordo com a FAO, o aumento dos preços dos alimentos deve contribuir para um aumento na contabilidade global de importação de alimentos para 1,75 triliões de dólares em 2021, um recorde.

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