250mil famílias vão ter computadores no Ruanda.

O Ruanda vai expandir o acesso à banda larga, conectividade de alta velocidade e aos serviços digitais e para tal garantiu 100 milhões de dólares do Banco Mundial, segundo comunicado dessa instituição a que teve acesso Mercados Africanos.

O financiamento concedido ao governo de Ruanda faz parte do Projeto de Aceleração Digital de Ruanda lançado no ano passado (2020) e pilotado pela Autoridade da Sociedade da Informação de Ruanda (RISA), para apoiar ainda mais os esforços de digitalização empreendidos pelo país desde 2000 e acelerar a sua transformação digital para fazer do país uma economia baseada no conhecimento e um país de renda média alta até 2035.

Este é o segundo investimento do AIIB no Ruanda e o primeiro cofinanciamento de projetos digitais do Banco Mundial com o AIIB.

O Ruanda está entre as nações africanas com um nível louvável de prontidão digital e decidido a ir mais além das suas conquistas atuais.

Rolande Pryce Diretor do Banco Mundial para Ruanda, disse que “expandir o acesso e adoção digital, melhorar a prestação de serviços públicos digitais e promover a inovação digital são essenciais para a transformação digital do Ruanda, que por sua vez pode contribuir para uma forte recuperação pós pandemia”.

De acordo com Isabella Hayward, especialista em desenvolvimento digital do Banco Mundial e chefe do grupo de trabalho do projeto, acrescentou que o mesmo “ajudará o Ruanda a melhorar a acessibilidade de dispositivos e serviços digitais, mas também a fechar lacunas persistentes. Na alfabetização digital básica, a fim de aumentar a procura local por serviços e plataformas digitais”.

“O projeto também apoiará as aspirações do governo de Ruanda de fornecer serviços eletrónicos 24 horas/dia, sem dinheiro, sem papel e totalmente transacionais, governo para governo, governo para empresa e governo para pessoa e sito a nível central e setorial” sublinhou ela.

O novo projeto ajudará o governo numa série de iniciativas inovadoras de acesso digital e inclusão, como seja o apoio a 250.000 famílias na aquisição de dispositivos inteligentes, bem como ” treinar três milhões de pessoas em alfabetização digital básica (visando meninas e mulheres).

Também apoiará a inovação digital, fortalecendo o ecossistema de empreendedorismo local, desenvolvendo a base de talentos digitais de Ruanda e ajudando as empresas de tecnologia a passar do estágio inicial ao crescimento. Pelo menos 300 start-ups digitais serão apoiados diretamente pelo projeto, com foco nas pertencentes a mulheres.

O que pensas sobre isto? São precisos mais apoios como este para África evoluir? Dá-nos a tua opinião, não hesites em comentar e se gostaste do artigo dá um “like (gosto)”.

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