Acabar com veículos movidos a combustíveis fósseis. 4 dos maiores construtores dizem não.

Os construtores de veículos Toyota Motor Corporation, BMW, Stellantis, Volkswagen AG, Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi e Hyundai-Kia – bem como vários países com os maiores mercados de automóveis como a China, Estados Unidos, França e Alemanha – não assinaram o acordo para acabar com as vendas de veículos movidos a combustíveis fósseis.

Segundo o jornal this is Money, que cita o conceituado Financial Times, foi assinado na quarta-feira, 10 de novembro 2021, um acordo à margem da cimeira da ONU sobre o clima, que decorre em Glasgow e que conta com a participação de seis grandes fabricantes automóveis: Ford, General Motors, Volvo, Mercedes-Benz, Jaguar Land Rover e BYD que aderiram à iniciativa segundo o mesmo jornal.

Este acordo incide para que se acabem com as vendas de veículos movidos a combustíveis fósseis a partir de 2035.

Por outro lado, e a nível estatal, cerca de 30 países assinaram na quarta-feira, 10 de novembro 2021, o acordo para acabar com as vendas de carros movidos a combustíveis fósseis a partir de 2035 nos mercados mais importantes do mundo, no âmbito da cimeira da ONU sobre o clima que decorre em Glasgow.

Ainda segundo o This is Money, entre esses países estão o Reino Unido, Canadá, Índia, Holanda, Áustria, Noruega, Chile e Dinamarca estão entre os países que pretendem por fim à venda de carros a combustíveis fósseis.

O sector de transportes é responsável por cerca de 20% das emissões globais de gases de efeito estufa – sendo que 90% dos quais correspondem, praticamente, ao tráfego rodoviário.

O sector dos transportes, responsável por grande parte das emissões de gases com efeito de estufa e foi um dos grandes temas da cimeira do clima de Glasgow, que realçaram os desafios e diferenças que permanecem – tanto no setor publico como empresarial – quando se trata de tomar medidas concretas para um futuro com emissões mais reduzidas.

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