De acordo com o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), nos 55 Estados-membros da organização, contabilizaram-se no dia 8 de novembro1.855.396 infetados, (mais 12.933 que no dia anterior), 44.471 mortos (após uma revisão em baixa de alguns países) e 1.555.271 recuperados (mais 12.422).

O continente registou nas últimas 24 horas um aumento de quase 13 mil casos de infeção pelo novo coronavírus na região onde 1,8 milhões de pessoas já foram infetadas e 44.471 morreram desde o início da pandemia.

O maior número de casos de infeção e de mortes continua a registar-se na África Austral, com 820.036 infeções, 21.252 mortes por covid-19 e 745.525 recuperados.

A África Oriental regista 224.614 casos e 4.123 mortos e na região da África Ocidental há agora 193.145 infetados, dos quais 2.789 são vítimas mortais. A África Central contabiliza 61.091 casos e mantém os 1.155 mortos.

A África do Sul é o país com mais vítimas mortais (19.799), seguido do Egipto com 6.343 mortos e 108.754 infetados, seguindo-se Marrocos, que contabiliza 4.127 vítimas mortais e 246.349 casos de infeção.

A Argélia surge logo a seguir, com 60.811 infeções e 2.023 mortos.

Entre os seis países mais afetados estão também a Etiópia, que regista 98.746 casos de infeção e 1.512 vítimas mortais, e a Nigéria, com 63.731 infetados e 1.154 mortos.

Entre os países africanos que têm o português como língua oficial, Angola lidera em número de mortos e Moçambique tem o maior número de casos.

Angola regista 300 mortos e 12.223 casos, seguindo-se Cabo Verde (100 mortos e 9.224 casos), Moçambique (99 mortos e 13.485 casos), Guiné Equatorial (85 mortos e 5.092 casos), Guiné-Bissau (42 mortos e 2.414 casos) e São Tomé e Príncipe (16 mortos e 960 casos).

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