A África do Sul vai voltar a fechar os bares e proibir a venda de álcool, impondo um novo recolher obrigatório para tentar controlar a segunda vaga da pandemia de covid-19, que já ultrapassou o milhão de casos.

“Estamos num ponto extremamente perigoso da nossa luta contra a pandemia”, disse Cyril Ramaphosa num discurso transmitido pela televisão, no qual disse que não há outra escolha a não ser “ter o mais alto nível de vigilância”.

A utilização de máscaras na rua passará a ser obrigatória até 15 de janeiro, e a maior parte dos ajustamentos públicos, com exceção dos funerais, passará a ser proibida.

As medidas anunciadas na segunda-feira (28/12)  poderão aprofundar a recessão económica que afeta a economia mais industrializada de África, que deverá recuar uns 8% do PIB segundo o banco central, e surgem durante a época festiva, causando mais um duro golpe ao setor do turismo, o que poderá, por seu lado, dificultar a recuperação económica no próximo ano.

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