Na Conferência Anual de Investimento Sul-africana, promovida pelo Governo, que decorre em Joanesburgo com a presença física de cerca de 175 delegados e mais de mil registados, que acompanham o evento online, o Presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, encorajou os investidores internacionais a ajudarem a “reconstruir” a economia do país devastada pela crise da COVID-19 e o desemprego em níveis recorde (30,8%).

A conferência ocorre num período importante de recuperação num contexto marcado pela pandemia e nas vésperas da entrada em vigor do Acordo de Comércio Livre do Continente Africano (AfCFTA, na sigla em inglês), prevista para Janeiro próximo.

“O continente africano está no limiar de uma nova era”, sublinhou Ramaphosa, antes de recordar que a futura maior região do mundo sem barreiras comerciais inclui um mercado de cerca de 1,3 mil milhões de pessoas e um produto interno bruto (PIB) combinado de cerca de 2,3 biliões de dólares (quase 1,95 biliões de euros).

A África do Sul, devido à sua estabilidade, serviços e localização, é uma porta de entrada perfeita para este grande mercado, considerou Ramaphosa que encorajou os participantes a colocarem os seus investimentos na África do Sul.

A África do Sul foi um dos países africanos mais afetadas pelo coronavírus, com 754.256 casos de infeção e 20.433 mortos.

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