A África Têxtil, uma companhia industrial situada em Benguela, Angola, volta a funcionar a partir de hoje, com os novos gestores obrigados a investir localmente na produção de matérias-primas.

A fábrica necessita de cerca de 400 toneladas de matérias-primas por semana.

“Eles estão obrigados, contratualmente, a produzir a matéria-prima no nosso país”, destacou o ministro do comercio e industria, e fomentar a geração de empregos no sector agrícola com a produção de algodão, nas províncias de Malanje, Cuanza-Sul e Cuanza-Norte.

“A fábrica foi construída com tecnologia de ponta e, por isso, estamos muito confiantes que vai contribuir bastante para o desenvolvimento da indústria têxtil no nosso país”, acrescentou ele.

A empresa vai ser gerida pelo grupo do Zimbabué,  Baobab Cotton Group (BCG), que foi a empresa vencedora do concurso público e que goza de prestígio, mérito, capacidade e experiência comprovada no sector do algodão, segundo afirmou o ministro.

A reabertura da África Têxtil representa um investimento superior a 400 milhões de dólares e “vai beneficiar as pessoas que trabalham com tecidos, na medida em que terão a oportunidade de adquiri-los no país”, disse o ministro que acrescentou: “quem pretender lançar-se, agora, ao negócio da comercialização ou até produção de vestuário vai encontrar nesta fábrica um parceiro”, realçou.

O país gastou, em 2019, 170 milhões de dólares em roupa nova importada e 65 milhões em usada.

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