África: Investir em infraestruturas.

A recente reunião do Fundo Especial da Nova Parceria para o Desenvolvimento das Infraestruturas Africanas (NEPAD-IPPF) terminou com renovados apelos ao aumento do investimento para colmatar o fosso infraestrutural de África.

O tema da reunião virtual foi “Disponibilizar construções verdes e resilientes às alterações climáticas em África” e realizou-se de 3 a 4 de Março, convocada pelo Secretariado da NEPAD-IPPF, e presidida pelo Banco de Desenvolvimento Alemão KfW.

Este desenvolvimento é um motor fundamental para o progresso e a NEPAD-IPPF pode continuar a desempenhar um papel fundamental para reduzir a lacuna infraestrutural. No entanto, a fim de permitir ao Fundo desenvolver a sua reserva de operações e continuar a trabalhar para o progresso de África, é necessária a mobilização de recursos adicionais.

A NEPAD-IPPF tem uma reserva de projetos regionais financiáveis com um potencial de investimento de 35,1 mil milhões de dólares nos setores da energia, transportes, água e TIC.

Mike Salawou, Diretor Interino do Departamento de Infraestrutura e Desenvolvimento Urbano (PICU) do Banco Africano de Desenvolvimento e Gestor do Fundo NEPAD-IPPF, sublinhou que:

“A Área de Comércio Livre Continental Africana está no seu segundo ano de implementação e impulsionará o comércio intra-africano, o que exigirá infraestruturas”.

Souhila Amazouz, representante da Comissão da União Africana, apelou aos participantes para reconhecerem a importância de avançar de forma constante com a agenda programada, declarando:

“É realmente o momento certo para fazer avançar a agenda do desenvolvimento das infraestruturas em África”.

A reunião contou com a presença de 47 participantes, incluindo representantes do KfW da Alemanha, do Ministério espanhol dos Assuntos Económicos e Transição Digital, do Global Affairs Canada, do ministério dos Negócios Estrangeiros, Desenvolvimento e da Commonwealth do Reino Unido.

Ainda participaram uma Comissão da União Africana, da AUDA-NEPAD (Agência de Desenvolvimento da União Africana), bem como representantes de comunidades económicas regionais, agências especializadas, organizações de bacias hidrográficas, parceiros interessados e autoridades dos ‘corredores regionais’.

 

O que achas desta situação? A falta de infraestruturas no continente é preocupante? Queremos saber a tua opinião, não hesites em comentar e se gostaste do artigo partilha e dá um “like/gosto”.

Imagem: © 2015 Inter Press Service
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