África: valorizar a economia azul.

A União Africana está a desenvolver estratégias que visam relançar a economia azul, através de investimentos nas pescas e na aquacultura, bem como na proteção dos ecossistemas marinhos.

Para uma África resiliente, apesar dos impactos causados pela Covid-19, torna-se crucial aprofundar as questões que o continente enfrenta, como, oceanos, paz e desenvolvimento sustentável.

A estratégia da Comissão da União Africana concentra-se nos cinco vetores críticos da economia azul, nomeadamente, a pesca, aquacultura e conservação de ecossistemas, navegação, transporte e comércio marítimo.

Há necessidade de aumentar o enorme e há muito negligenciado potencial que os oceanos e a gestão dos recursos biológicos vivos representam como essenciais para a conservação e o uso racional e sustentável dos recursos marinhos africanos.

Fazem parte destas ações, a energia sustentável, extração mineral, gás, indústrias inovadoras, sustentabilidade ambiental, mudanças climáticas e infraestrutura costeira, governança e ações sociais.

Recordamos que economia azul é também chamada a nova economia do mare tem a ver com utilizar e explorar o Oceano.

A economia do mar inclui as atividades tradicionais como a pesca, a aquicultura e as indústrias de processamento; a extração de petróleo e gás offshore; o transporte marítimo de carga e de passageiros; as instalações portuárias e a logística; as infraestruturas e obras marítimas; a construção naval e reparação; o fabrico de estruturas marítimas; o turismo de cruzeiros, o turismo costeiro, a náutica de recreio, o desporto e a cultura; e o ensino, formação e investigação científica.

Inclui também as atividades emergentes como as energias renováveis do oceano (eólica, ondas e marés); a biotecnologia marinha (biocombustíveis, recursos genéticos, farmacêuticos); a mineração em águas profundas; a defesa das áreas marítimas, a segurança de pessoas e de bens, a vigilância marítima, entre outras.

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