Agnes Tirop, assassinada pelo marido. Atletismo africano e mundial perde uma das suas melhores atletas.

O mundo do atletismo ficou chocado pelo trágico falecimento da olímpica queniana Agnes Tirop nesta quarta-feira, 13 outubro 2021.

A jovem de 25 anos foi brutalmente assassinada pelo marido – segundo parece por ciúmes – Emmanuel Ibrahim Kipleting, que fugiu após cometer o ato hediondo, não sem antes, ter ligado anteriormente para os sogros para informá-los de que havia cometido “algo errado” e pedido perdão.

Horas depois, o corpo sem vida de Agnes foi encontrado na sua casa, na cidade de Iten, na região de Elgeyo Marakwet.

No entanto já nesta quinta-feira, 14 outubro 2021, a polícia do Quénia prendeu o principal suspeito do assassinato da atleta Agnes Tirop, o seu marido, que estava em fuga e foi detido na cidade portuária de Mombaça.

Quem a viu correr poderia acreditar em tal destino para a atleta queniana Agnes Jebet Tirop?

Ainda júnior, a carreira atlética de Agnes Tirop, disparou após uma atuação brilhante e dominante no corta-mato, onde conquistou a medalha de prata no Campeonato Africano em 2012, antes de também ganhar uma outra de prata no ano seguinte no Campeonato Mundial.

Em 2014, ganhou uma medalha de ouro ao vencer o Campeonato Africano de corta-mato, realizado no Uganda.

Um ano depois, subiu para o nível sénior, onde ganhou a medalha de ouro no campeonato mundial de corta-mato em Guiyang, China.

Agnes ganhou duas medalhas de bronze consecutivas nos 10.000m no Campeonato Mundial de 2017 em Londres, Reino Unido, e em 2019 em Doha, Qatar.

Nos recentes Jogos de Tóquio foi quarta nos 5.000 metros.

A 12 de setembro 2021, Tirop bateu um novo recorde mundial de estrada de 10 quilómetros na corrida Road to Records na Alemanha.

Na semana passada, estabeleceu um novo recorde mundial da Meia Maratona, ao correr em 30 minutos e 20 segundos, a Meia Maratona de Valência.

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