Angola conseguiu pontuar, pela primeira vez, na campanha de apuramento ao CAN a realizar-se nos Camarões, ao impor um empate sem golos à seleção da RDC, em Kinshasa.

Os Palancas de Angola não deixaram a equipa congolesa fazer o seu jogo e foram capazes de dar sempre uma pronta-resposta às investidas do adversário.

Apesar de ter entrado para o jogo a pressionar e dispor das maiores ocasiões para marcar, com destaque para um  remate de Bokadi Bope, aos 8’, e o cabeceamento de Botaka, aos 12’, nem por isso a seleção da casa foi suficientemente avassaladora nos primeiros 45 minutos da partida.

A RDC entrou com tudo. Deixou perceber, claramente, que pretendia resolver o jogo muito cedo. Como prova disso, tomou as rédeas da partida na primeira meia-hora de jogo, assumiu o domínio territorial e dispôs de ocasiões para marcar.

Angola sofreu mas soube aguentar-se. Para tal contribuiu a boa postura defensiva montada por Pedro Gonçalves, com um tridente defensivo composto pelos centrais Gaspar, Matuwila e Buatu a ser o principal pilar da muralha defensiva.

À passagem do minuto 20, Angola equilibrou a partida e teve oportunidades para marcar.

Os últimos minutos foram intensos, com oportunidades de golo para ambos os conjuntos. A ponta final foi dramática, com o conjunto da casa a pressionar o último reduto, com Hugo Marques a salvar a equipa nacional, com uma defesa de outro mundo, ao remate de Cedric Bakambu.

O empate acabou sendo um duro golpe para a equipa da casa, que vinha para este embate decidida em concretizar o favoritismo que lhe tinha sido inicialmente atribuído.

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