Angola: Fórum Privado de Negócios em África.

Este Fórum Privado que decorreu na Catumbela, traçou estratégias de atuação entre os países africanos no domínio económico, para o melhor aproveitamento das oportunidades que oferece o “Corredor do Lobito”, segundo noticia dada pelo Jornal de Angola.

O primeiro Fórum Privado de Negócios de África tinha sido organizado em Kigali, capital do Ruanda.

Segundo a presidente da empresa MISLEI, Isabel Cruz, promotora do segundo Fórum Privado de Negócios em África, o objetivo fundamental é proporcionar um melhor ambiente de negócios, em particular nos sectores agropecuário e da agroindústria, do comércio e do ecoturismo em África, para que esses países se tornem mais atraentes e competitivos.

A vice-governadora de Benguela, Lídia Amaro, disse que o “Corredor do Lobito” é uma magnífica “porta de entrada e saída” para os vários países das regiões Austral, Central e Oriental de África, por possuir infraestruturas sólidas que podem galvanizar as trocas comerciais.

Para a cobertura, em tempo útil, do transporte de mercadorias dos países da região, Lídia Amaro destacou o Porto do Lobito, o Caminho-de-Ferro de Benguela (CFB) e o Aeroporto Internacional da Catumbela.

“É necessário que surjam investidores, para também explorarem as potencialidades locais nos domínios da agricultura, pescas, turismo e indústria, entre outros”, reforçou.

O embaixador do Ruanda em Angola, Wellars Gasamagera, destacou o forte potencial que Benguela possui, no domínio das pescas, e referiu que o seu país pode bem interessar-se por essa área, uma vez que importam o peixe da China, quando bem podem obter o produto a partir de Angola.

“Vamos continuar a trabalhar, para que os empresários de ambos os países realizem bons investimentos e façam excelentes investimentos, em parcerias ou a título particular, algo que já é possível fazer no Ruanda e em Angola”, disse.

O embaixador angolano na Nigéria, Eustáquio Quibato, apelou aos participantes a serem mais proactivos, face aos desafios que se colocam nas relações bilaterais entre Angola e a Nigéria.

“Já perdemos tempo e muitas oportunidades de negócios e de crescimento e urge reverter o quadro de apatia que impera atualmente nestas relações comerciais entre os dois países”, disse.

Paralelamente o empresário nigeriano, Kunle Sikin, engenheiro de construção civil, fez saber que pretende investir em centralidades e condomínios, pelo que, participa no fórum para fazer contactos e prospeção do mercado.

O Fórum Privado de Negócios em África durou três dias e nele foram apresentadas as empresas por sector de atividades, nomeadamente transportes aeroportuários e ferroviários, ensino e educação, telecomunicações e tecnologias e informação, turismo, hotelaria e ambiente, entre outros.

 

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