Esta informação foi avançada pela imprensa angolana a (21/12) no final da apresentação de um estudo de impacto ambiental aos representantes das empresas petrolíferas.

A unidade fabril será construída no espaço de três anos numa área de 100 hectares com capacidade para processar 400 milhões pés cúbicos/dia de gás.

O projeto é um consórcio entre a ENI-Angola-SPA e a Sonangol-EP e contempla também a exploração de dois campos de gás localizados na área do offshore angolano e inclui a perfuração de nove poços de gás natural, uma plataforma satélite, uma linha submarina de sete quilómetros, assim como a perfuração de quatro poços.

A fábrica de processamento do gás natural liquefeito “Angola LNG”, em funcionamento desde 2012, será o principal destinatário do gás a ser produzido na nova unidade fabril.

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