A 52ª edição da Assembleia Geral da Associação das Companhias Aéreas Africanas (AFRAA, na sua sigla em inglês) vai decorrer, de 9 a 10 de novembro, em formato virtual, para redefinir o transporte aéreo em tempo de pandemia, a qual obrigou várias companhias aéreas africanas a pararem, negociarem acordos para evitarem desaparecer ou reformularam as suas atividades.

Algumas das companhias aéreas africanas já se tinham debatido com problemas financeiros antes da pandemia COVID-19, com várias delas dependentes de fundos governamentais, dinheiro este que os governos não têm o que levou algumas delas a procurarem investidores públicos ou privados para as financiar.

A procura de voos regulares de passageiros não deverá recuperar tão cedo devido às restrições de viagem que impossibilitam a deslocação para certos países e lugares, muitas pessoas são suscetíveis de evitar as viagens aéreas com medo de serem infetadas com o novo coronavírus.

A Associação Africana de Companhias Aéreas preparou um plano de recuperação. O plano sugere medidas urgentes, imediatas e consistentes para a sobrevivência e recuperação da indústria.

Para além de participarem as maiores companhias aéreas africanas, o evento vai contar com a presença virtual de instituições como a União Africana (UA), Organização da Aviação Civil Internacional (ICAO), Associação Internacional de Transportes Aéreos (IATA), Comissão Africana da Aviação Civil (AFCAC), autoridades de aviação civil, empresas prestadoras de serviços aeroportuários, prestadores de serviços de navegação aérea, assim como fabricantes de aeronaves e motores, fornecedores de componentes e outros provedores de serviços da indústria aeronáutica.

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