Banco árabe investe na RDC.

A República Democrática do Congo (RDC) receberá 120 milhões de dólares em empréstimos concessionais do Banco Árabe para o Desenvolvimento Económico na África (BADEA) no âmbito do Projeto de 14 artérias da cidade de Kinshasa E do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Agroindustrial.

Os acordos foram assinados nesta quinta-feira, 25 de novembro 2021, na capital congolesa, Kinshasa.

Esses projetos concentram-se em setores prioritários do programa do governo congolês: agricultura, agronegócio e infraestrutura viária.

As condições do empréstimo são bastante favoráveis: o empréstimo do BAD tem um prazo de vencimento de 40 anos. A carência é de 10 anos, com taxa de juros de 2% entre o 11º e o 20º ano e 4% para o restante do vencimento. O empréstimo do BADEA tem um prazo de 25 anos, a taxa de juros é de 3% e o período de carência é de 6 anos.

Já em junho de 2021, o Ministro das Finanças congolês, Nicolas Kazadi, e o Diretor-Geral do BADEA, Sidi Ould Tah, tinham assinado memorando de entendimento referente a investimentos de vários tipos na RDC.

A 2 de setembro de 2021, o BAD, por sua vez, reafirmou com Kinshasa o seu acordo para financiar os seus principais projetos estruturais e integrantes, na RDC, como a construção do porto de águas profundas de Banana no Congo Central (oeste do país) e a implementação de alguns projetos como estradas.

Recorde-se que tal como Mercados Africanos noticiou os bancos árabes querem investir cada vez mais no continente.

Nesse sentido para incrementarem os investimentos no Continente, o presidente do Banco Islâmico de Desenvolvimento (BID), Bandar Hajjar e o CEO do Banco Árabe para o Desenvolvimento Económico de África (BADEA), Sidi Ould Tah, assinaram um acordo histórico destinado a impulsionar o cofinanciamento de projetos de desenvolvimento nos países membros africanos.

Essas operações de cofinanciamento cobriram setores como educação, água, saneamento, desenvolvimento urbano, agricultura, transporte, energia, saúde e comércio.

O que acha desta “invasão” árabe? Deixe aqui o seu comentário. Não hesite, queremos saber a sua opinião.
pub

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite o seu comentário!
Por favor, digite o seu nome aqui


Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.