Embora os governantes mundiais estejam a enviar felicitações a Biden e Harris (exceção marcante da Rússia e da China) é só a partir de 14 de Dezembro que Biden será, de facto, Presidente eleito, já que é nesse dia que o Colégio Eleitoral se reúne e os representantes dos Estados votarão nos candidatos mais votados nos seus territórios.

O Colégio Eleitoral tem 538 delegados e o número de delgados de cada Estado é aproximadamente correspondente ao tamanho da sua população e proporcional ao número dos seus deputados e senadores no Congresso.

Cada delegado representa um voto eleitoral, e um candidato precisa obter a maioria dos votos – 270 ou mais – para ganhar a Presidência.

Apôs a votação popular do dia 3 de Novembro, o Colégio Eleitoral, os governadores e o Congresso tem prazos a cumprir e um processo a seguir para concluir o ato eleitoral de 2020.

Os governadores têm até ao dia 14 de Dezembro para preparar e assinar os chamados Certificados de Averiguação dos votos, com os nomes dos candidatos eleitos, dos derrotados e o número de votos populares que receberam.

Depois e se tudo correr bem a 6 de Janeiro de 2021, o Congresso conta os votos, declara oficialmente os resultados eleitorais e Joe Biden tomará posse a 20 de Janeiro.

Este ano, corre-se o risco de eventuais atrasos devido às tentativas já em curso do atual Presidente, Donald Trump, de contestar judicialmente os resultados eleitorais.

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