No primeiro dia no escritório oval, Biden cumpriu a sua promessa eleitoral de acabar com a discriminação em relação às pessoas autorizados a entrar nos Estados Unidos, e ordenou a retomada do processamento de vistos nos países que o seu antecessor, Donald Trump, tinha proibido.

Nos últimos três anos, o governo Trump proibiu viagens e imigração de vários países e mais de uma dúzia de nações foram colocadas na lista de proibições e os vistos que poderiam levar à imigração foram suspensos, entre elas, a Eritreia, Líbia, Nigéria, Somália, Sudão e Tanzânia.

Biden baseou-se no facto da América ter sido construída numa base de liberdade religiosa e de tolerância.

E acrescentou que a administração anterior promulgou ordens que bloquearam indivíduos “primeiro de países principalmente muçulmanos e, mais tarde, de países predominantemente africanos”.

Condenando as ações, Biden disse que elas “são uma mancha na nossa consciência nacional e são inconsistentes com nossa longa história de acolher pessoas de todas as religiões ou sem religião alguma”, mas alertou que Biden disse que embora há um sistema de verificação rigoroso e individualizado.

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