Bienal de Luanda: Fórum Pan-Africano para a Cultura de Paz.

Arrancou este sábado, 27 novembro 2021, em Angola, a Bienal de Luanda, que realça o património cultural de Angola e da África.

A reunião debate diversidade cultural, moda, cinema e turismo e faz parte da programação a ser divulgada através da plataforma digital Bienal TV em português, inglês e francês.

O evento, instituído pela 24ª Sessão da Assembleia de Chefes de Estado e de Governo da União Africana, constitui um espaço de reflexão e divulgação de obras artísticas, ideias e boas práticas relacionadas à cultura de paz, bem como, serve para reunir representantes de Governos, da sociedade civil, da comunidade artística, científica e organismos internacionais.

Cultura, moda, cinema e turismo cruzam-se em cinco dias de atividades com participantes de todo o globo.

O evento que também será emitido em plataforma digital em inglês, francês e português, conta com chefes de Estado, integrantes de governos, representantes de organizações internacionais, diplomatas e personalidades.

Os Chefes de Estados da República do Congo, República Democrática do Congo (RDC), São Tomé e Príncipe e de Portugal, entre outras personalidades de vários continentes, confirmaram presença na segunda Bienal de Luanda, que arranca este sábado. 27 novembro 2021, em Luanda.

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As sessões da Bienal de Luanda serão presenciais e virtuais, refletindo iniciativas de impacto para a paz e o desenvolvimento sustentável na África.

A organização inclui o Governo de Angola, a União Africana e a Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, (UNESCO).

Um dos fóruns temáticos celebra o Ano 2021 da União Africana sob o tema Artes, cultura e patrimônio: Alavancas para a construção da África que queremos.

A UNESCO promove o conceito de “Cultura de Paz” desde o Congresso Internacional sobre Paz nas Mentes dos Homens, realizado em Yamoussoukro, na Costa do Marfim, há 32 anos.

A UNESCO destaca, no entanto, que embora as oportunidades de desenvolvimento sustentável na África estejam a crescer, o continente ainda enfrenta muitos desafios. Entre eles estão os riscos de instabilidade e conflito.

Para a agência das Nações Unidas, a Bienal de Luanda é uma contribuição para promover a paz e a não-violência, com base em valores africanos partilhados.

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