Na Costa do Marfim, o marketing externo para a safra de cacau de 2021/2022 está a ir bem. De acordo com o último relatório mensal da Organização Internacional do Cacau (ICCO), o país já recoltou 1,4 milhões de toneladas até o dia 8 de agosto, o que representa 93% da meta de 1,6 milhão de toneladas definida até o final de setembro 2021.

Enquanto a pandemia de coronavírus continua a pesar na procura global, as autoridades marfinenses estão a aplicar, no contexto das vendas, um desconto de 150 libras egípcias por tonelada em cada contrato de exportação, ou seja, 50 libras a menos do que em 2020.

No país que é o maior fornecedor mundial do cacau, a produção deve ultrapassar a marca de 2 milhões de toneladas em 2021/2022, segundo projeções de analistas.

Recorde-se que o Conselho Café-Cacau (CCC) vende antecipadamente por meio de leilões eletrónicos 70 a 80% de sua colheita total, a fim de aproveitar possíveis aumentos nos preços mundiais e definir o preço mínimo para os produtores durante a campanha principal.

Enquanto isto se passa com o cacau na Costa do marfim, mais ao Norte, o Egito quer fazer de Port Said East a plataforma mais competitiva no Sul e no leste do Mediterrâneo.

Nos últimos anos, o país do Norte da África mobilizou investimentos substanciais para a diversificação dos serviços oferecidos por este porto.

Em breve, a plataforma de Port Said East será equipada com um terminal cerealífero. Um acordo de implementação, nesse sentido, foi assinado na segunda-feira, 9 de agosto, entre o presidente da Zona Económica do Canal de Suez (SCZone na sua sigla em Inglês), Yehia Zaki, e Haytham Nouh, representante da Aliança das Empresas de Commodities Emirati Roots e da Egyptian Rosa Grains.

Este terminal dedicado exclusivamente aos cereais, será construído numa área de 267 mil metros quadrados e terá uma capacidade de 7,2 milhões de toneladas por ano. O site, cuja data de lançamento ainda não foi anunciada, deve mobilizar até 2,2 mil milhões de libras egípcias em investimentos (140 milhões de dólares).

Segundo as autoridades, o projeto, que faz parte dos planos de expansão da autoridade portuária para 2025, deve gerar 400 empregos diretos e indiretos.

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