De forma geral, na última semana, (11/01-15/01), 9 bolsas subiram, 2 continuaram estáveis e 6 perderam terreno em relação à primeira semana após o inicio do ano, tal como noticiado por Mercados Africanos.

O Egito liderou a semana e o índice de referência da bolsa do norte da África, EGX 30, saltou 4,58% numa semana movimentada em que foi assinado um acordo conjunto com a Orascom Construction PLC a Siemens Mobility e a Arab Contractors para projetar e executar o primeiro sistema de linha férrea de alta velocidade do Egito que abrange uma malha ferroviária de 1.000 quilómetros com um valor de cerca de 3 mil milhões de dólares.

Embora improvável o Zimbábue foi o segundo mercado com melhor desempenho na última semana.

A bolsa ZSE ASI recuperou 4,07% da queda significativa da semana anterior.

Para isto deve ter contribuído o facto de que as exportações do Zimbábue aumentaram de 20,3% em dezembro de 2020, devido em grande parte às exportações de tabaco, que atingiram o pico no final do ano.

O tabaco é a segunda maior fonte de moeda estrangeira do Zimbábue, depois do ouro. As fortes exportações fizeram com que a balança comercial do país permanecesse positiva, apesar do aumento das importações.

A Nigéria completa o top 3 com o ASI da bolsa de Lagos a crescer 2,63%, apesar da taxa de inflação da Nigéria ter aumentado 15,75% em dezembro de 2020, a mais alta registada em 3 anos.

Em descida estiveram os mercados da Tanzânia, Costa do Marfim e Namíbia que perderam 0,79%, 3,06% e 4,02%, respetivamente.

A Bolsa Regional da África Ocidental, BRVM, da qual faz parte a Guiné-Bissau, ficou ainda mais atrás e caiu 9,04%.

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