O Governo brasileiro proibiu ontem (26/01) a entrada de viajantes da África do Sul para conter a circulação de uma nova estirpe do vírus Sars-Cov-2, que provoca a covid-19, descoberta no país africano e que é considerada mais transmissível do que outras variantes em circulação.

A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) e proíbe temporariamente voos internacionais com origem ou passagem pela África do Sul.

Também foram suspensas as autorizações de embarque para o Brasil de viajantes estrangeiros da mesma nação africana.

Estrangeiros de outras nacionalidades ainda podem entrar no país por via aérea, desde que verifiquem, por meio de um teste de RT-PCR feito até 72 horas antes do embarque, que não estão infetados com o novo coronavírus.

Segundo o Governo brasileiro, a medida expressa a preocupação com o avanço das variantes do novo coronavírus e soma-se a uma proibição semelhante adotada em dezembro passado, quando o Brasil suspendeu voos do Reino Unido, que permanecem proibidos.

Especialistas têm alertado as autoridades de saúde sobre os riscos potenciais das novas estirpes do coronavírus detetadas no Reino Unido e na África do Sul, ambos considerados muito mais contagiosas.

No Brasil, uma estirpe descoberta no Amazonas com as mesmas características das variantes sul-africana e britânica também causa preocupação.

O Brasil é, junto com os Estados Unidos e a Índia, um dos países mais afetados pela pandemia covid-19, somando quase 218 mil mortos e 8,8 milhões de infetados.

A pandemia de covid-19 provocou 2.134.210 mortes em todo o mundo e 99.517.851 de casos globalmente, segundo dados compilados pela universidade norte-americana Johns Hopkins.

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