Cabo Verde investe cada vez mais nas renováveis.

Cabo Verde está a aumentar a quota das energias renováveis ​​no seu cabaz energético, face às consequências das alterações climáticas, como as secas mais prolongadas.

Em 2020, as autoridades do país declararam que 37% da população está a ser afetada por 3 anos consecutivos de seca.

Assim o país vai investir mais 7 milhões de dólares para aumentar a sua capacidade de produção de eletricidade a partir de energias renováveis.

Ao longo dos últimos 10 anos, Cabo Verde tem envidado esforços para aumentar a quota das energias renováveis ​​no seu cabaz energético.

Além de aumentar a capacidade de produção de energia renovável em 3,9 MW, nomeadamente através da construção de pequenas centrais solares fotovoltaicas, o projeto prevê a redução das perdas no sistema elétrico de 26% para 18%.

Um de seus principais objetivos é também reduzir as emissões de gases de efeito estufa equivalente a 9.000 tCO2 por ano.

Recorde-se que, de 2 a 4 de dezembro 2021, Cabo Verde acolheu a 16ª Conferência Económica para África.

A questão do financiamento de iniciativas relacionadas ao clima foi amplamente discutida.

Além disso, embora os países africanos sejam frequentemente vistos como super endividados, o que nem sempre corresponde à realidade, os empréstimos são o principal meio pelo qual eles podem aceder aos fundos necessários para se adaptarem às mudanças climáticas.

O financiamento consiste em 2 créditos das subsidiárias do Banco Mundial de 3,5 milhões de dólares cada.

Esses créditos da International Development Association e do International Bank for Reconstruction and Development destinam-se ao projeto de energia renovável e à melhoria do desempenho dos serviços públicos.

“O Banco Mundial tem o prazer de apoiar este projeto, pois vai reduzir a vulnerabilidade de Cabo Verde à volatilidade dos preços dos combustíveis fósseis importados e abrir caminho para uma redução dos preços da eletricidade. Isso tornará o país mais competitivo e aumentará a renda disponível das famílias no atual contexto de recuperação econômica pós-covid-19”, disse Eneida Fernandes representante do Banco Mundial no país.

O custo global projeto é também cofinanciado pelo Fundo Canadense de Energia Limpa e Clima Florestal, que fornecerá 7,5 milhões de dólares, e o Fundo de Infraestrutura Global, que prometeu 2 milhões em financiamento.

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