CAN 2021: Burquina e Camarões nas meias-finais.

Na sua primeira presença, neste CAN, a Gâmbia perde com os Camarões, mas sai de cabeça erguida ao passo que a Tunísia perde com o Burquina Fasso, tal como em 1998 e 2017.

 

Gâmbia vs Camarões: gambianos, saem com um “até à próxima”

Depois de um início de jogo bastante “morno”, só passados quinze minutos os Leões Indomáveis mostraram o que podem fazer, quando num dos cruzamentos de Ngamaleu a bola encontrou Aboubakar na aérea, que executou um “Madjer” perfeito, que foi desviado.

Apesar da posse esmagadora de bola (68%), os camaroneses não conseguiam encontrar a “falha”.

Fai tentou um tiro de longa distância que acabou por bater na rede lateral.

Os Camarões, puxados pelos adeptos aumentavam a pressão e o ex-portista Aboubakar, “artilheiro” deste CAN (6 golos) tentou de cabeça, mas não foi bem-sucedido.

De regresso dos balneários a vontade de vencer dos camaroneses não diminui e depois de um cruzamento de Fai para Toko-Ekambi, este cabeceou do meio da área e abriu o marcador aos 50 minutos (1-0).

A “porta” abriu-se e Gone fez os (2-0) ao acertar em cheio na bola após receber um cruzamento impecável de Hongla ao 57º minuto.

Ao sofrer dois golos de “rajada” a Gâmbia, sem Ablie Jallow, não soube aproveitar a quebra de jogo dos Leões Indomáveis durante o último quarto de hora, que sai deste CAN orgulhosa e de cabeça erguida por ter ido tão longe na sua primeira participação.

 

Tunísia vs. Burquina Fasso:  tal como em 1998 e 2017

Depois dos desfechos do CAN de 1998 e 2017, Burquina Fasso eliminou novamente a Tunísia (1-0) nos quartos de final do CAN 2021 em Garoua.

Mesmo sem o capitão, a “estrela” Bertrand Traoré ou o “patrão” da defesa Issoufou Dayo, lesionados, os Garanhões do Burquina souberam marcar e depois resistir ao “ataque” das Águias de Cartago no segundo tempo.

Uma partida muito disputada, mas bastante equilibrada, com poucas oportunidades de golo de um lado ou do outro, embora tenham sido os tunisinos a conseguir as melhores jogadas, mesmo tendo havido um remate fortíssimo de Bayala, numa defesa difícil de Ben Saïd, num ângulo fechado.

Com o relógio a caminhar para o fim da primeira parte os Garanhões tornaram-se mais incisivos e perigosos e aproximavam-se cada vez mais da baliza dos tunisinos.

Já nos descontos Dango Outtara, lançado por Touré, resistiu à pressão de Haddadi e bateu o guarda-redes Ben Saïd para abrir o marcador (1-0) ao (45º +2) minutos.

No segundo tempo a Tunísia deu o tudo por tudo e se Bayala podia ter feito os (2-0), não fossem os reflexos e uma fantástica defesa de Ben Saïd, foram as Águias de Cartago que levaram a pressão ao campo adversário.

Khazri teve uma grande oportunidade, mas enviou o “esférico” para fora e o livre de Maaloul foi bem defendido por Koffi.

Já perto do final do encontro instalou-se a controvérsia quando no meio da área, Khazri foi desarmado de forma muito perigoso por Soumaïla Ouattara.

Apesar de ver as imagens do VAR, o árbitro Joshua Bondo decidiu não apitar o que poderia ter sido a última oportunidade para as Águias de Cartago.

Apesar da expulsão de Dango Ouattara por uma cotovelada ao 83º minuto, os Garanhões aguentaram-se até ao final de uma partida que mais uma vez termina numa controvérsia de arbitragem envolvendo a Tunísia.

 

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