CAN2021: Egipto e Senegal passam às meias

Entre a Guiné Equatorial e o Senegal a qualidade técnica senegalesa impôs-se ao passo que entre o Egipto e o Marrocos, Salah foi decisivo.

 

Guiné Equatorial vs. Senegal: A qualidade técnica falou mais alto

A Seleção da Guiné Equatorial lutou e tentou resistir aos Leões do Senegal, no estádio Ahmadou Ahidjo, em Yaoundé, a vibrante capital económica dos Camarões, neste domingo 30 de Janeiro de 2022, num dos jogos de quartos-de-final desta 33ª edição do CAN.

Mas aos 28 minutos, o Senegal abriu o marcador por Famara Diedhiou que no seguimento de um passe brilhante de Sadio Mané, não falhou e colocou a bola numa “nesga” entre o pé do guarda-redes e o poste.

O Nzalanga Nacional da Guiné Equatorial reagiu e o Senegal, que não sofreu golos desde o início desta competição, acabou por sofrer um golo marcado por Jannick Buyla aos 57 minutos (1-1). O senegalês “voador”, Edouard Mendy, melhor guarda-redes do mundo em 2021, nada pode fazer.

As alterações feitas pelo técnico senegalês Aliou Cissé funcionaram e Cheikhou Kouyaté, repôs a vantagem (2-1) do Senegal aos 68 minutos. Pouco depois, Ismaïla Sarr, o jogador do Watford, da Premier League e que não o queria deixar viajar, recebe um passe magnifico, esgueira-se entre a defesa da Guiné Equatorial e faz o 3-1 ao passar do minuto 79.

Os homens de Aliou Cissé validam assim o seu bilhete para as meias-finais desta 33ª edição do Campeonato Africano das Nações e vão defrontar os Garanhões do Burquina Faso, por um lugar na final.

 

Egipto vs. Marrocos: Salah o homem do jogo

Os Leões do Atlas entraram bastante bem e logo na sua primeira ofensiva, beneficiaram de um pênalti logicamente concedido após recurso ao VAR no seguimento de uma falta de Ashraf, que derrubou Hakimi na área.

Boufal não tremeu e transformou o penálti com remate um em força. Estava feito o (0-1) ao 7º minuto.

De forma impensável, os marroquinos em vez de aproveitar e atacarem para consolidarem, deixaram a bola em possessão dos egípcios, que aliás estavam visivelmente nervosos e receosos, depois de terem sofrido um penálti.

Os Faraós aproveitaram, tornaram-se ameaçadores e ao regresso do vestiário entrou Trezeguet que depois de um passe de Salah, remate demasiado cruzado e acertou no poste.

Os faraós foram recompensados e no seguimento de um canto de Marmoush, Abdelmonem, com um cabeceamento, forçou Bounou a uma excelente defesa.

No entanto a bola ressaltou para Salah que atirou à queima-roupa e empatou (1-1) ao minuto 53.

Os últimos 20 minutos foram agitados e confusos, após um confronto entre Hakimi e Mostafa Mohamed, que quase degenerou num combate generalizado.

Com o jogo retomado, o marroquino El-Haddadi encontrou a cabeça de Aguerd a que correspondeu a soberba defesa de Abou Gabal que desviou a bola para a trave, fazendo provas de grandes reflexos.

No entanto, Gabal lesionou-se no adutor nesta ação e o habitual substituto de Mohamed El-Shenawi, também lesionado, teve que sair já no início do prolongamento.

Finalmente a vitoria dos Faraós saiu de um passe de Salah para Aguerd que termina em Trezeguet que rematou ao segundo poste e fez os (2-1) ao 100° minuto.

Tal como em 2017, os Faraós puseram fim à aventura dos Leos do Atlas nos quartos-de-final.

O Egipto defrontará os Camarões nas meias-finais.

 

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