Cantora nigeriana Tems ganha BET Awards.

A cantora nigeriana Temilade Openiyi, mais conhecida pelo seu nome de palco, Tems, ganhou o BET Awards de Melhor Artista Internacional, enquanto Wizkid ganhou o BET Awards de Melhor Colaboração por “Essence”, onde participaram, Tems e Justin Bieber.

A talentosa cantora venceu Fireboy, Dave do Reino Unido, Dinos da França, Fally Ipupa do Congo, Little Simz do Reino Unido, Ludmilla do Brasil, Major League Djz da África do Sul e Tayc da França.

 

O prémio

Tems recebeu o prémio da melhor artista internacional deste ano na cerimónia em Los Angeles neste passado domingo, tendo vencido a concorrência acirrada de grandes artistas, incluindo o seu conterrâneo Fireboy, que se apresentou na cerimónia.

A cantora nigeriana de 27 anos, Tems dedicou o prémio de melhor atuação internacional às muitas mulheres que “se atrevem a sonhar” e afirmou que se sentiu honrada por ter sido reconhecida pela BET Awards dos EUA.

“Este é o meu primeiro prémio e prova que estou a ganhar qualquer coisa”.

“Eu quero aproveitar este momento como uma oportunidade para falar a cada jovem, velho, cada mulher solteira, quem quer que seja que esteja a assistir, a cada rapariga a ver em casa”.

“De onde eu venho, estas coisas não acontecem por isso se me estão a ver, eu quero que se imaginem como eu, porque estão destinados a estar aqui também”.

Disse Tems quando aceitou o prémio.

 

Os outros premiados

Doja Cat era a favorita, indicada para seis BET Awards. A artista concorreu a melhor artista feminina de R&B-pop, melhor artista feminina de hip-hop, melhor álbum do ano pelas músicas, “Planet Her” e “Woman”. O video ‘Kiss Me More” com SZA estava indicado a vídeo do ano e a melhor colaboração.

Sean “Diddy” Combs recebeu o Lifetime Achievement Award, uma das maiores honras da cerimónia. O magnata da música é o fundador da Bad Boy Records, tem a sua própria rede de televisão, linha de moda e é triplo vencedor dos Grammy. Trabalhou com uma série de artistas da primeira linha, incluindo Notorious BIG, Mary J. Blige, Usher, Lil Kim, Faith Evans e 112.

Drake e Ari Lennox foram os segundos artistas mais indicados, com quatro indicações cada. Três indicações foram para vários outros, incluindo Baby Keem, Silk Sonic, Chloe Bailey, Future, HER, Jazmine Sullivan, Ye (anteriormente conhecido como Kanye West), Kendrick Lamar, Lil Baby, Mary J. Blige e Tems.

Jack Harlow cantou “Poison” ao lado de Lil Wayne antes de Brandy subir ao palco com ele, para cantar o seu hit “First Class”. Enquanto Harlow e Brandy se apresentavam.

O Rapper Chance e Joey Bada$$ tocaram “The Highs & the Lows”. Com o seu vestido cor-de-rosa, Muni Long abriu o seu set com um trecho de “Time Machine” antes da sua jam “Hrs & Hrs”.

Os vencedores das 19 categorias do BET Awards, incluindo os prémios de cinema e desporto, são selecionados pela Voting Academy da BET, composta por profissionais do entretenimento e fãs.

 

BET Awards

O BET Awards é um concurso criado em 2001 pela Black Entertainment Television (BET) para premiar artistas afro-americanos da música, cinema, desporto e outras áreas do entretenimento. A cerimónia ocorre anualmente e é transmitida ao vivo pelo canal da Black Entertainment Television.

O troféu é inspirado em três palavras – aspirar, ascender, alcançar. Foi desenhado pelo artista/escultor Carlos “Mare139” Rodriguez. Em 2007, o Society Awards, empresa de Nova York que fabrica o troféu, aprimorou a qualidade do design do passando a usar aço folheado e cristal preto.

 

Conclusão

Todos os prémios que sejam para promover a cultura são bem-vindos, no entanto e infelizmente está-se a ver cada vez mais um aumento de racismo encapuçado de idealismo de “libertação do poder negro” em que, tal como este prémio, são exclusivos para a “raça” negra,

Infelizmente este é um conceito inexistente já que só existe uma raça, a humana, e todas as acções, por mais meritórias que sejam, que excluam alguém baseado na cor da sua pele, chamem-lhe os nomes que quiserem, mas apenas um é o verdadeiro e esse nome é “racismo”.

Infelizmente este BET Awards, é apenas mais uma invenção norte americana para perpectuar o racismo, mascarada de evento cultural para que as pessoas não percebam o que ele representa na realidade.

 

O que achas deste prémio? Achas bem que se promovam eventos culturais baseados exclusivamente na “cor da pele de um ser humano”? Queremos saber a tua opinião, não hesites em comentar e se gostaste do artigo partilha e dá um “like/gosto”.

 

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Imagem: © 2022 Africa Today News, New York

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