A secretária executiva da Comissão Econômica para a África (ECA), Vera Songwe, presidiu ao lançamento de uma nova publicação que propõe ações a serem tomadas para conter o fluxo financeiro ilegal antes que os fundos saiam do Continente. O relatório observa que, uma vez que esses recursos deixem a África, recuperá-los envolve um processo complicado que requer capacidades muitas vezes escassas nos países africanos.

O relatório, intitulado “A Arquitetura Institucional para Combater Fluxos Financeiros Ilícitos da África” foi lançado durante mesa redonda de alto nível organizada pela Secretária-Geral Adjunta da ONU, Amina Mohammed, sobre o tema, “Indústrias extrativas como motor do desenvolvimento sustentável: O caso da África”.

A análise baseia-se nos esforços da União Africana, da Comissão Econômica para a África, instituições académicas e da sociedade civil para conter as saídas ilícitas de 50 mil milhões de dólares americanos por ano, uma estimativa conservadora segundo o relatório de 2015 do Painel de Alto Nível sobre IFFs, presidido pelo Presidente Thabo Mbeki.

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