Segundo indicaram fontes próximas de Mercados Africanos, faleceu este domingo, 24 de janeiro, em Dacar, vítima de COVID-19, Leopoldo Amado, professor universitário e historiador guineense de 61 anos e que era desde 2018, Comissário da CEDEAO para a pasta da Educação, Ciência e Cultura.

Leopoldo Amado, “POIO”, como era conhecido, licenciou-se e doutorou-se em História pela Faculdade de Letras de Lisboa e pela Universidade de Lisboa, respetivamente, tendo sido, no seu regresso a Bissau, investigador sénior e diretor-geral do INEP – Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas da Guiné-Bissau.

Entre varias funções que ocupou, foi consultor da UNICEF e do FNUAP, da Amnistia Internacional em Moçambique e África do Sul, da CPLP e coordenador do projeto da UNESCO para a Salvaguarda do Património Histórico da África Contemporânea, do qual resultou a elaboração do livro “Uma Luta, Um Partido, Dois países”, de Aristides Pereira, primeiro Presidente da República de Cabo Verde.

Entre 2003 e 2007 foi secretário executivo da “Guineáspora” (Fórum Mundial dos guineenses na Diáspora), tendo posteriormente vindo a ser em Cabo Verde, a partir de 2008 docente e chefe de Departamento de História da Uni-CV (Universidade Pública), e no mesmo ano, professor convidado de História Contemporânea de África no Curso de verão da Universidade Rovira i Virgili, Tarragona, Espanha.

Foi também presidente da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas de Cabo Verde e diretor executivo do Instituto Amílcar Cabral

Entre 2011 e 2012 foi investigador do Centro de Estudos Sociais, da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra.

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