Egito: Estudantes criam robô enfermeira “Shams” (Sol)

Desde o início da crise covid-19, usar máscara, lavar as mãos, distanciar-se física foram as primeiras armas usadas para limitar a propagação do vírus.

Na terra dos faraós, esse contexto inspirou alunos para uma solução inovadora em hospitais, um robô.

Os alunos da Egyptian Ain Shams University criaram um robô de enfermagem capaz de ajudar a equipe médica e os pacientes durante pandemias como o covid-19.

Conhecido como Shams (nome que significa sol em árabe), o robô de aparência feminina, equipado com software especializado e kits médicos, pode ser usado principalmente para reduzir as comunicações diretas entre pacientes infetados e pessoal clínico…

A versão apresentada na semana passada realiza diversas tarefas, como retirar amostras necessárias para análise e entregar no laboratório, transportar medicamentos da farmácia até ao quarto do paciente, garantir a comunicação entre o paciente e o médico por videochamada.

Também pode fazer o primeiro diagnóstico de pacientes, atender às suas necessidades e inserir dados sobre o estado de saúde dos pacientes, mas também esterilizar corredores ou quartos.

Segundo o reitor da universidade, Mahmoud Al-Matini, a ideia do robô surgiu das condições impostas pela pandemia covid-19 e da necessidade de medidas preventivas. O projeto contou com a colaboração de alunos de várias faculdades, incluindo as de informática, medicina e enfermagem, com o auxílio de pesquisadores e professores.

Os primeiros testes da “enfermeira robô” começaram no Hospital Especialista Ain Shams.

A ideia é poder desenvolver ainda mais o robô para que ele execute tarefas mais importantes usando inteligência artificial.

A universidade quer fazer mais 20 desses robôs para o hospital e espera cooperar com a Organização Mundial da Industrialização para criar mais.

Recorde-se que trabalhos sobre a Inteligência artificial (AI) estão a aumentar em África e recentemente na África do Sul, a Comissão de Empresas e Propriedade Intelectual concedeu uma patente a uma inteligência artificial (AI) conhecida como Dabus pela invenção de um recipiente de alimentos geométrico que melhora a aderência e a transferência de calor.

Esta é a primeira vez no mundo que uma IA é considerada o autor de uma invenção.

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