Eliminar a violência contra mulheres.

O Dia Internacional para eliminar a violência contra as mulheres e meninas, marca também o início da quinzena em que todo o mundo se realizam eventos e manifestações para alertar contra a violência contra s mulheres e se pendem ações concretas para elimina-la.

As ações que começam a 25 de novembro terminam a 10 de dezembro dia dos Direitos Humanos.

A campanha global “Una-se pelo Fim da Violência contra as Mulheres” começou neste 25 de novembro que é o Dia Internacional para eliminação da prática.

As ações são marcadas pela cor laranja, um sinal de alerta para o problema que atinge todas as classes sociais e todos os continentes.

Em 2021, o lema O mundo de laranja: Acabar com a violência contra as mulheres agora! revela que um terço de mulheres foi abusada em algum momento da vida.

E com a pandemia, a ONU lembra que o problema piorou e que cada vez mais mulheres se sentiam inseguras em casa.

A ONU Mulheres publicou um relatório, realizado em 13 países, mostrando que dois terços das mulheres sofreram algum tipo de violência e são mais propensas à insegurança alimentar.

As Nações Unidas alertam que o problema se agrava em situações como a pandemia, crises humanitárias, conflitos e desastres climáticos.

Segundo a ONU, um outro desafio é reportar esses atos: apenas uma em cada 10 mulheres disse que procuraria a polícia para ajuda, se fosse vítima.

Recorde-se que a violência baseada no género – mas que predomina maioritariamente contra mulheres e meninas – pode assumir a forma de práticas físicas, sexuais, psicológicas ou económicas, ou práticas prejudiciais como o casamento infantil, acesso diferenciado a alimentos e serviços, mutilação genital feminina ou justificação inaceitável para crimes como os homicídios por honra.

A violência baseada no género radica em relações de poder desiguais entre mulheres e homens.

Estatísticas das Mulheres ONU dizem-nos que quase 1 em cada 3 mulheres com 15 anos de idade ou mais foram sujeitas a violência física ou sexual por um parceiro íntimo, não parceiro – ou ambos – pelo menos uma vez na vida.

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