Empresário produz 35 toneladas/hectare de Banana-Pão

Moussa Badoh da Costa do Marfim consegue produzir 35 toneladas de banana pão (bananes plantains em Francês) por hectare segundo um artigo publicado pela Agencia marfinense de Imprensa (API).

Graças às técnicas agrícolas modernas, Moussa Badoh conseguiu colher 35 toneladas de banana-pão por hectare na sua fazenda agro-pastoril. O empresário, porém, deplora a dificuldade de acesso a financiamentos, que retarda a inovação no setor.

Localizada em Akoupé, uma cidade no sudeste da Costa do Marfim, e não muito longa da capital, Abidjan, a fazenda agro-pastoril de Kettin é uma das mais produtivas da região em termos de banana pão.

A cada apanha, são produzidas de 35 a 40 toneladas por hectare. A fazenda tem capacidade para cerca de 1.600 plantas e um cacho de bananas pode pesar até 25 quilos.

Moussa Badoh, o agroempresário que dirige a fazenda, disse à Agência de Imprensa da Costa do Marfim (API) que o sucesso do seu negócio depende de técnicas modernas de produção e investimentos adicionais.

“Para reduzir as perdas durante o armazenamento da banana, esses cachos são colhidos entre 85 e 90 dias de maturidade ou que significa cerca de 10 antes da maturidade plena (104 dia) para facilitar o manuseamento por um período de pelo menos 10 dias e para evitar o desperdício da banana demasiado madura. O método usado aqui é a maturidade fisiológica que mantém as bananas verdes como estão até à exportação”.

Na Costa do Marfim, a produção de banana pão é marcada por um período de abundância nos mercados de outubro a março, seguido por um período de escassez de abril a setembro.

Com a adoção de tecnologias agrícolas como a produção de produção irrigadas, mudas de fragmentos de caules e variedades melhoradas, alguns agricultores podem produzir no período fora de época e fornecer o produto ao longo do ano.

O engenheiro agrónomo especializado no cultivo de banana e produção fora de época consegue abastecer os mercados locais, mas também outros países africanos e europeus.

No entanto, ele lamenta a falta de apoio governamental para a inovação e financiamento agrícola.

Para ele, a revolução agrícola africana, exige o estabelecimento de uma política de controle da água e técnicas de irrigação, com vista a tornar o cultivo da banana-pão fora de época, uma atividade económica de destaque na Costa do Marfim, mas também em outros países africanos.

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