Espalha-se mesmo entre pessoas vacinadas.

Sobre esta ansiedade que domina as pessoas e o Mundo, desde há três dias, o PM Britânico Boris Johnson, o primeiro político, a pronunciar-se sobre o assunto, reconheceu, neste sábado 27 novembro 2021, durante uma conferência de imprensa, aliás inesperada, que: “Não sabemos quão eficazes serão as nossas vacinas” contra esta nova variante, batizada de Omicron.

O chefe do Governo Britânico que disse que as máscaras voltam a ser obrigatórias nas lojas, espaços e transportes públicos, acrescentou que “parece que o Omicron se espalha muito rapidamente e pode-se espalhar entre duas pessoas que já foram vacinadas com as duas doses”.

“Mas temos boas razões para acreditar que eles fornecerão pelo menos alguma medida de proteção”, acrescentou.

Johnson anunciou novas medidas de teste para chegadas ao Reino Unido e enfatizou que as pessoas podem continuar a viajar, mas serão obrigadas a fazer um teste de PCR no segundo dia após a chegada e isolar-se, pelos mesmos durante 10 dias, até que tenham um resultado negativo.

Um dos cientistas que acompanhou Johnson na sua conferência de imprensa, Sir Patrick Vallance acrescentou que os fabricantes de vacinas estão a desenvolver “vacinas mais amplas” que são eficazes contra novas variantes.

E segundo ele, duas empresas disseram que podem ajustar as vacinas existentes contra a nova variante “em cerca de 100 dias”.

Esta nova variante do Coronavírus seria capaz de fazer pelo menos 10 mutações, contra duas para a variante Delta.

Até ao momento, já foram detectados casos da nova variante Ómicron, no Botsuana, África do Sul, Hong Kong, Israel, Bélgica, Alemanha, Itália, Holanda e no Reino Unido em passageiros com proveniência de África o que levanta temores de que o encerramento das fronteiras já seja tarde demais e um vento de pânico está a ganhar o Mundo.

Esta nova variante, descoberta na África do Sul por uma equipa de cientistas, levanta temores de uma aceleração da epidemia de Covid-19 em todo o mundo.

Potencialmente mais contagiosa, corre o risco de enfraquecer a estratégia vacinal global, devido ao seu grande número de mutações.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera esta nova variante preocupante e uma reunião de urgência foi realizada nesta sexta-feira para determinar o quão perigoso é.

Recorde-se que cientistas sul-africanos tinham anunciado nesta quinta-feira 25 novembro 2021, a descoberta de uma nova variante do Covid-19, conhecida como B.1.1.529 (Omicron), que parece ser extremamente contagiosa e que se acredita ter várias mutações que podem torná-la resistente às vacinas existentes.

De acordo com dados divulgados pelo Instituto Nacional de Doenças Transmissíveis da África do Sul (NICD), 22 casos, a maioria jovens, foram identificados nesse país da África Austral.

“O número de casos detetados e a percentagem de testes positivos estão a aumentar rapidamente”, disse o NICD.

O número de pessoas infetadas está a crescer rapidamente, a disseminação desta nova variante parece ser fulgurante.

A África do Sul, que tinha vindo a registar cerca de 500 casos por dia desde o início de outubro 2021, subiu esta semana para uma média de 3.000 casos por dia e a crescerem.

“O que nos preocupa é que esta variante pode não só ter uma capacidade de transmissão aumentada, mas também ser capaz de contornar partes do nosso sistema imunológico”, disse o professor Richard Lessells da equipa de pesquisa sul-africana.

A OMS, cunhou esta variante de Ómicron, nome da décima quinta letra do alfabeto grego (ο, Ο), mas que também significa “o breve”. Será que neste batismo está a esperança latente de que esta variante desapareça rapidamente? Ou este batismo terá algum significado oculto que ainda não vislumbramos?

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Veja Também: Nova variante: Pânico nas Bolsas Mundiais

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