Esta semana assinalou-se (22/03) o Dia Mundial da Água com iniciativas em vários pontos do globo, para alertar as populações e os governos para a urgente necessidade de preservação e poupança deste recurso.

Para a história no dia 22 de Março de 1992, a ONU divulgou um documento que passou a denominar-se “Declaração Universal dos Direitos da Água”.

Trata-se de um documento relevante, contendo medidas, sugestões e informações que servem para despertar a consciência das populações e dos governantes para a questão da água.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, disse no dia 22 de Março 2021 que “os recursos hídricos do mundo estão sob ameaça sem precedentes.”

Em mensagem sobre o Dia Mundial da Água, marcado neste 22 de março, o chefe da ONU lembrou que cerca de 2,2 mil milhões de pessoas carecem de água potável e 4,2 mil milhões vivem sem acesso a saneamento adequado.

De certeza e infelizmente muitos desses milhões vivem em África.

O acesso à água potável é um dos maiores desafios do continente africano. Na África Subsaariana, apenas 24% da população tem acesso a esse direito básico, de acordo com um relatório das Nações Unidas (ONU, 2019).

Para mudar esse número, os governos africanos estão aumentam sistematicamente os investimentos em água potável.

Além dessas iniciativas, há start-ups, que se ilustram positivamente pela originalidade das soluções propostas.

É o caso da Water Access Rwanda, WaterKiosk Africa, Boreal Light, Mascara e Grino Water Solutions.

A intervenção dessas strat-ups no Ruanda, Quénia, Gana, Moçambique, Burquina Faso, Guine-Conacri, Mali, e Senegal países permitiu ao continente africano avançar consideravelmente no abastecimento de água potável, reduzindo assim as doenças relacionadas com a água (cólera, febre tifoide, poliomielite ou diarreia).

Os projetos dessas start-ups também favoreceram o renascimento das atividades económicas nas áreas em que implementam projetos relacionados com a água.

Para além das soluções inovadoras e tecnologicamente avançadas propostas para o tratamento da água salobra, estas start-ups também proporcionam emprego a muitos jovens no sector da água, incluindo o Norte de África, onde a prática de dessalinização de água do mar é implantada por grandes grupos como o gigante ambiental francês, Suez.

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