Embora tenha passado despercebido devido às eleições americanas, os Estados Unidos da América, segundo maior emissor do mundo, depois da China, de gases que retêm calor, como o dióxido de carbono, abandonaram oficialmente o Acordo de Paris esta semana.

Por outro lado o candidato democrata às presidenciais nos Estados Unidos, Joe Biden, disse que é a favor de assinar o acordo de Paris, caso ganhe as eleições.

A medida, há muito anunciada pelo Presidente dos EUA, Donald Trump, e desencadeada pela sua Administração há um ano, isola ainda mais Washington do mundo, mas não tem impacto imediato nos esforços internacionais para conter o aquecimento global.

Existem 189 países que permanecem comprometidos com o acordo de Paris de 2015, que visa manter o aumento das temperaturas médias mundiais “bem abaixo” dos dois graus celsius, idealmente menos de 1,5 graus celsius, em comparação com os níveis pré-industriais.

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