O “New York Times” fez um levantamento junto das comissões eleitorais de todos os estados norte-americanos na segunda (9/11) e terça-feira (10/11) e 45 responderam diretamente, através de entrevistas ou comunicados, e nos restantes foram contactados outros responsáveis estaduais ou usadas declarações públicas dos secretários de Estado.

Todas estas fontes garantiram que o processo decorreu sem problemas, apesar da afluência recorde de eleitores e das complicações causadas pela pandemia.

“Existe uma enorme capacidade humana para inventar coisas que não são verdades. As teorias da conspiração e rumores florescem. Por alguma razão, as eleições geram esse tipo de mitologia”, indicou o republicano Frank LaRose, secretário de Estado no Ohio.

Dirigentes eleitorais de dezenas de estados e representantes de ambas as forças partidárias, indicaram, ontem, que não foram encontradas provas de que o resultado das eleições presidenciais tenha sido alterado por fraude ou outras irregularidades, desmentindo, mais uma vez, as acusações da Administração Trump

O democrata Steve Simon, secretário de Estado no Minnesota, acrescenta: “Não conheço um único caso de alguém que se queixasse de um voto que contou e não devia ou de um voto que foi descartado e não devia. Não houve fraude”.

Também, no Kansas, não é reportada qualquer prova de fraude, de acordo com uma porta-voz do republicano Scott Schwab. “O Kansas não assistiu a quaisquer problemas sistemáticos ou generalizados de fraude, intimidação, irregularidades ou votação”.

Recorde-se que a Administração do Presidente cessante, Donald Trump, está a dificultar a transição de poder para o Presidente eleito, Joe Biden.

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