O secretário-geral da ONU, António Guterres, disse que “ o G20 sabe que será necessária uma nova redução da dívida e que deve propor medidas mais audaciosas para permitir aos países em desenvolvimento enfrentarem a crise de forma eficaz e evitar que a recessão mundial se transforme em depressão mundial”. Tal o conteúdo da carta divulgada esta semana (17/11) antes da abertura da cimeira organizada pela Arábia Saudita.

Apelou aos dirigentes do G20 para “garantirem o défice de financiamento de 28 mil milhões de dólares” necessários para acelerar o acesso às ferramentas de luta contra a pandemia e pediu que a suspensão da dívida fosse prolongada até ao final de 2021.

A crise poderá fazer cair “na pobreza mais extrema 115 milhões de pessoas, e a fome aguda poderá quase duplicar para atingir mais de 250 milhões de pessoas”, alertou ainda o chefe da ONU.

Sobre as vacinas em desenvolvimento, Guterres, alertou contra as tentações nacionalistas ao que ele apelidou de “nacionalismo vacinal”.

Relembrou também ao G20, um aumento dos “investimentos na biodiversidade, ação climática e restauração dos ecossistemas”.

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