Gás Natural, uma vitória para os produtores africanos.

Segundo uma nota, lida por Mercados Africanos, afirma-se que “A ideia de o gás natural servir como uma fonte transitória de energia tem sido promovida pelas nações africanas há muito tempo e, por isso, a CAE elogia a proposta europeia como um desenvolvimento histórico que justifica uma perspetiva de evolução positiva para uma transição energética inclusiva”.

Salienta-se que esta nota foi assinada pelo presidente da Câmara Africana de Energia (CAE) , NJ Ayuk

A CAE congratulou-se 3 de Janeiro de 2022, da intenção da União Europeia de considerar a produção de gás natural como uma fonte de energia verde, o que beneficia os produtores africanos.

“Historicamente, África sempre lutou pelo desenvolvimento sustentável, mas para isso o continente precisa de se industrializar primeiro, e tem de ter as mesmas oportunidades que a Europa e os outros países ocidentais”, acrescenta-se a mesma nota

No entanto a mesma nota não esconde que “Tivemos os nossos desentendimentos com os nossos amigos europeus”, mas NJ Ayuk, acrescentou que as discussões tidas foram “críticas para partilharmos o mesmo ponto de vista no gás natural liquefeito, um combustível de baixo carbono”.

O mesmo comunicado realça uma vitória para os produtores africanos e para a própria CAE ao sublinhar “A defesa que África faz para uma transição energética justa e inclusiva foi respondida através da proposta histórica da União Europeia de considerar o gás natural como uma fonte de energia verde”.

NJ Ayuk, também foi claro na mesma nota ao expressar a posição africana nesta matéria “África enfrenta desafios únicos e tem de ter tempo para fazer a sua transição energética de acordo com as suas necessidades”.

NJ Ayuk que sublinhou esta decisão como uma vitória para a África, considerou que  “os produtores africanos de petróleo e gás continuarão a contar com a receita da indústria para sustentar o crescimento económico e garantir uma transição energética justa e inclusiva, e devem fazer lobby por transferência de conhecimento, formação, programas de monetização do gás e outras oportunidades estratégicas para que as suas operações de petróleo e gás possam criar caminhos para o desenvolvimento sustentável e a diversificação”.

 

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