A paralisação começou esta segunda-feira (04.01) e está a ter impacto nos hospitais, nomeadamente no Hospital Nacional Simão Mendes, o principal centro hospitalar e escolas públicas com destaque para os liceus Kwame N’krumah e Agostinho Neto, cujos sindicatos dos setores decidiram aliar-se à União Nacional dos Trabalhadores da Guiné-Bissau (UNTG), principal central sindical do país, para exigirem o cumprimento do memorando de entendimento e adenda ao mesmo, assinados com o Governo.

Nesta greve, que termina, em principio, na próxima sexta-feira (08.01), a UNTG exige do Governo guineense a implementação de todos os diplomas legais para o setor laboral, o pagamento das dívidas ao pessoal contratado do setor de saúde e o pagamento e admissão definitiva de todas as categorias dos professores no quadro da função pública.

Para Luís Nancassa, antigo sindicalista e ex-presidente do Sindicato Nacional dos Professores, é preciso diálogo transparente entre o Governo e os sindicatos.

“O meu apelo é que ganhem a consciência e que devem dialogar, mas na base da transparência, para poderem ultrapassar este problema. Estamos no século 21 e devemos sair desta situação. Mas para sairmos desta situação, temos que dialogar. E que o Governo diga aos sindicatos o que tem a possibilidade de resolver”, sublinhou.

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