O  Secretário-geral do Ministério do Comércio da Guiné-Bissau, revelou esta terça-feira (03 de Novembro de 2020), que a Guiné-Bissau é um dos países da União Económica e Monetária Oeste Africana, com a mais baixa taxa em termos de trocas comerciais, 12% se comparado com outros países dos estados membros da organização que actualmente  se situam na ordem de 70% a 80%.

Aureliano Marcelino Gomes, revelou os dados ao correspondente de FinançasAfrik/MercadosAfricanos, no âmbito do encerramento da primeira edição da feira de artesanato e dos produtos agrícolas que decorreu de 25 de Outubro a 01 de Novembro em Bissau, sob lema ” CONSUMO E PROMOÇÃO DOS PRODUTOS LOCAIS”.

A feira, segundo o Secretário-geral do Ministério do Comércio, permitiu não só aos agricultores expor os diferentes produtos que cultivam localmente, mais também, dar oportunidade aos visitantes a degustar os pratos típicos da Guiné-Bissau, nomeadamente, caldo de chapéu (feito a base do óleo de palma), caldo de mancarra (amendoim), siga entre outros. “De modo geral, pretendemos com a iniciativa, incentivar a diversificação e produção em grande escala, por forma aproveitar os remanescentes para as trocas comerciais a nível sub-regional, refere Aureliano Marcelino Gomes”.

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Para uma maior rentabilização do sector agrícola, aquele responsável aconselhou para um investimento sério na tecnologia de produção, de forma a valorizá-la, acrescentado com a industrialização. Fato que irá permitir um desenvolvimento saudável, criação de mais postos de trabalho e consequentemente, a redução da pobreza afiançou Gomes.

Neste particular, também empresário, Aureliano Gomes, prometeu um esforço redobrado da Guiné-Bissau, com vista a melhoria da taxa de trocas comerciais tanto no sector agrícola assim como de artesanato, que ainda deixa muito a desejar. Para isso, o Secretário-geral do Ministério guineense do Comércio, lançou um apelo a população, no sentido de consumir produtos frescos, natural e o bio (ou seja aquilo que a natureza nos oferece).

A feira de produtos agrícolas e de artesanato, foi institucionalizada e passará a ser realizada anualmente no mês de Outubro a nível dos países da UEMOA.

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