A 21 de outubro no final da sua visita a Bissau, o da Economia do Senegal, Amadou Hott, admitiu a existência de um acordo de exploração petrolífera assinado entre os chefes de Estado dos dois países, embora não houvessem confirmações oficiais da parte guineense.

Ontem (16/12) Umaro Sissoco Embaló afirmou que vai assinar esse acordo estes dias, e que não precisa da autorização de ninguém para o fazer acrescentando que embora não estivesse acima da lei, a única entidade a quem deve explicações é ao povo guineense.

O Presidente guineense esclareceu que o acordo a ser assinado com Macky Sall, Presidente do Senegal  terá uma cláusula sobre a forma da partilha do petróleo a favor, em caso da descoberta, do país onde o recurso for encontrado.

Atualmente, a partilha está fixada em 15% para a Guiné-Bissau e 85% para o Senegal no espaço da chamada Zona Económica Marítima Conjunta, de 25 mil quilómetros quadrados, da Guiné-Bissau com o Senegal.

Esta partilha tinha sido denunciada em 2016 pelo então Presidente José Mário Vaz, que exigia a renegociação do acordo.

Mercados Africanos voltará a este tema com mais profundidade.

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