Governo da Guiné-Bissau fixou a taxa de teste para os viajantes num montante de 30.000 FCFA, cerca de 48 euros anunciou um decreto presidencial publicado esta quarta-feira e que Mercados Africanos teve acesso.

Segundo o decreto, os custos inerentes aos testes de COVID-19 são elevados, a Guiné-Bissau não tem capacidade financeira para o suportar.

“Não há recursos materiais e financeiros suficientes para continuar a realizar testes gratuitos aos viajantes”, esclarece o decreto presidencial.

O decreto informa ainda que, “só o certificado emitido em razão de teste para viagem  negativo habilita o  titular a viajar para o estrangeiro”.

O governo da China, principal parceiro da Guiné-Bissau na prevenção e combate à COVID-19 forneceu três lotes materiais médicos, nomeadamente testes, luvas, máscaras, ventiladores e outros.

Também, quatro empresas chinesas sedeadas no país, as fundações Jack Ma e Ali Baba deram apoios similares à Guiné-Bissau para combater a pandemia de COVID-19.

A Guiné-Bissau já registou 2.421 casos positivos e 43 vítimas mortais por COVID-19.

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