O Presidente do Grupo Banco Mundial, David Malpass, anunciou ontem (18/02) a nomeação de Makhtar Diop como Diretor Administrativo e Vice-Presidente Executivo da Corporação Financeira Internacional (IFC), um braço do Grupo Banco Mundial que promove o desenvolvimento económico através de incentivos para o crescimento do setor privado nos países em desenvolvimento, leu Mercados Africanos em comunicado daquela instituição.

“Makhtar Diop tem uma profunda experiência em desenvolvimento e finanças e uma carreira de liderança, enérgica, ao serviço dos países em desenvolvimento nos setores público e privado”, disse Malpass.

“Os conhecimentos de Makhtar na sua nova função na IFC, ajudarão o Grupo Banco Mundial a continuar a ter uma resposta rápida à crise global e a construir uma recuperação verde, resiliente, inclusiva e negócios prósperos que atraiam investimentos, criem empregos e promovam o aumento de eletricidade, transporte verdes, água limpa, infraestrutura e serviços digitais. “

As principais responsabilidades de Diop serão as de criar, de forma proativa, mercados, mobilizar capital privado em escala significativa, cumprir os compromissos da politica financeira e de investimentos da IFC, incluindo obter maiores investimentos para programas climáticos, de género e de apoio aos países que enfrentam fragilidades, conflitos e violência.

Um outro aspeto relaciona-se com o fortalecimento das sinergias entre a IFC, o Banco Mundial e a MIGA, à medida que o Grupo Banco Mundial acelera os esforços destinados a impulsionar bons resultados de desenvolvimento nos países que são seus clientes.

Diop, um senegalês e ex-ministro da Economia e Finanças, é atualmente Vice-Presidente de Infraestrutura do Banco Mundial, onde lidera os esforços globais do Banco em matéria de infraestrutura nos países em desenvolvimento e emergentes de forma a apoiar o crescimento inclusivo e sustentável.

Nessa função, Diop dirige o trabalho do Banco Mundial nos setores da energia, transporte e desenvolvimento digital.

Anteriormente esteve seis anos como vice-presidente do Banco Mundial para África, onde teve a supervisão de programas de 70 mil milhões de dólares, orientados para aumentar o acesso à energia sustentável e acessível e promover um ambiente propício para à inovação e adoção de tecnologia.

Antes de ter sido Vice-presidente foi por duas vezes Diretor Nacional do Banco Mundial – para o Brasil e para o Quênia, Eritreia e Somália, respetivamente e também Diretor de Finanças, Setor Privado e Infraestrutura do Banco Mundial para a América Latina e as Caraíbas, para além de ter sido economista no Fundo Monetário Internacional. Foi nomeado como um dos 100 africanos mais influentes do mundo.

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