O apresentador norte-americano Larry King, um dos rostos mais famosos da televisão global, morreu este sábado, com 87 anos, em Los Angeles. Filho de imigrantes judeus europeus, de uma lituana e de um ucraniano, Lawrence Harvey Zeiger nasceu em Brooklyn, Nova Iorque, em 1933 e nunca frequentou nenhuma faculdade.

Durante 25 anos o programa Larry King Live da CNN realizou mais de 50 mil entrevistas, incluindo todos os presidentes norte-americanos em exercício desde Gerald Ford até o programa ter terminado em Dezembro de 2010.

Para alem dos famosos suspensórios que combinavam com as gravatas, tinha um estilo, muito dele , inconfundível, quase que mostrava amizade aos seus entrevistados, deixava-os falar sem os interromper e dizia que não preparava especialmente as entrevistas.

Entrevistou todos, tanto os famosos como os que o deixarão de ser, entre eles: George Clooney, Al Pacino, Dalai Lama, Lady Gaga, Bill Gates, Mick Jagger, Angelina Jolie, Monica Lewinsky, Madonna, Richard Nixon, Mikhail Gorbachev, Yasser Arafat ou Barack Obama, figuras da realeza ou assassinos.

“Os arquivos do Larry King Live são um tesouro da história da emissão, apresentando frente-a-frentes com muitas da mais famosas personalidades e pessoas importantes das últimas duas décadas e meia, tal como indivíduos obscuros que foram lançados para debaixo dos holofotes por circunstâncias extraordinárias”, escreve o site da CNN.

King iniciou a sua carreira como na rádio  na Florida, na década de 1950, no programa The Larry King Show, no qual entrevistava convidados e de seguida atendia chamadas dos ouvintes com perguntas. Foi também aqui que mudou de nome segundos antes de começar a emitir pela primeira vez.

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