Lewis Hamilton quer Formula 1 em África.

O interesse gerado pelo último Grande Prémio de 2021 na Fórmula 1 reavivou o interesse na competição para regressar a África. Até 1993, a África do Sul era uma escala regular.

A Fórmula 1 pode estar de volta, em breve a África. É o que sugere Stefano Domenicali, CEO do Formula One Group. Questionado pela Sky Sports do Reino Unido, ele confirmou que novos destinos estão a ser estudados para a competição, incluindo África.

Há alguns anos, África era uma escala regular no circuito de Fórmula 1. O continente foi o anfitrião, pela primeira vez um Grande Prêmio em 1958, em Casablanca, no Marrocos.

Em 1962, a África do Sul sediou a sua primeira corrida em East London, depois Kyalami entre 1967 e 1993.

O sete vezes campeão mundial de F1, Lewis Hamilton, disse recentemente que queria ver um Grande Prémio realizado em África.

A gerente de promoção de corridas globais da Fórmula 1, Chloe Targett-Adams, respondeu que retornar a África era uma prioridade.

“Concordo completamente com Lewis, a África é um continente em que não corremos, e isso é uma pena. É um lugar que realmente queremos [revisitar]”.

“Essa é a prioridade. Estamos a conversar há alguns anos com possíveis parceiros e esperamos que, em última análise, possamos ter uma corrida lá a curto e médio prazo.”

Com o interesse despertado nas redes sociais africanas pelo último Grande Prêmio de 2021, o Grupo Fórmula 1 fala cada vez mais em um regresso ao continente, bem como a outros territórios que deixaram o circuito de competição.

A primeira informação sobre um retorno evoca essencialmente o circuito Kyalami.

Só que importa recordar que este circuito esteve na origem da saída da competição da África do Sul.

Muito “chato” porque na época tinha poucas retas e corridas menos emocionantes, foi a causa da saída do Grande Prémio da África do Sul.

Atualmente o Circuito Kyalami evoluiu e recebe outras competições de velocidade, mas ainda não possui a certificação Grau 1 que permitem as corridas de F1.

No entanto, a história do circuito leva o Grupo de Fórmula 1 a favorecê-lo para um retorno ao continente.

Se essas intenções de retorno se concretizarem, o calendário da Fórmula 1, que se expande para 23 corridas este ano (2022), deve ver o número de eventos do Grande Prémio aumentar.

 

O que achas disto? Já é tempo de a Fórmula 1 retornar ao continente? Queremos saber a tua opinião, não hesites em comentar e se gostaste do artigo partilha e dá um “like/gosto”.

 

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Imagem: © AFP
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