Libéria luta contra a corrupção.

A LACC, Comissão Anticorrupção da Libéria, é um órgão governamental autónomo com o mandato de examinar os problemas de corrupção no setor público liberiano para minimizar a corrupção no ciclo do governo.

Desde 2018, ano da ascensão do presidente George Weah ao cargo supremo, membros do seu governo ainda não divulgaram os seus bens, o que viola as leis liberianas, causando um retrocesso no trabalho do LACC.

A luta contra os possíveis corruptos está atrasada de acordo com as autoridades do LACC, pois ainda não declararam os seus bens desde que se tornaram funcionários do governo.

Na nova visão de boa governança, a Comissão Anticorrupção da Libéria (LACC na sua sigla em Inglês) anunciou a todos os funcionários do governo que são obrigados a declarar os seus ativos até finais de 2021.

A LACC (Comissão Anticorrupção da Libéria) ameaçou que qualquer funcionário do governo que tiver seus bens negados ou consagrados enfrentará a sanção total das leis.

A sua jurisdição estende-se a todas as agências do setor público na Libéria e seus funcionários, incluindo departamentos governamentais, conselhos locais, membros do parlamento, ministros, judiciário e governo.

A missão da instituição, entre outras, é prevenir, combater e reduzir a corrupção nos setores público e privado e promover a boa governação, a integridade e o Estado de Direito.

A LACC por lei, é o principal órgão governamental de combate e prevenção à corrupção, no entanto, não pode ter sucesso sem parcerias fortes e amplas com cada gestor e cada cidadão nos níveis comunitário, nacional, regional e internacional.

Recorde-se que o Presidente George Manneh Oppong Weah é ex-jogador de futebol profissional e que antes de sua eleição em 2018, para a presidência, tornou-se no primeiro ex-jogador de futebol profissional africano a ser chefe de Estado.

Durante a sua carreira de 18 anos como futebolista, Weah, foi atacante e passou 14 anos em clubes de França, Itália e Inglaterra.

Arsène Wenger levou-o pela primeira vez para a Europa, contratando-o pelo Mónaco em 1988.

Weah foi depois para o Paris Saint-Germain em 1992, onde ganhou a Ligue 1 em 1994 e foi o “artilheiro” da Liga dos Campeões da UEFA na época de 1994-95.

Assinou pelo A.C. Milan em 1995, onde passou quatro temporadas de sucesso, vencendo a Serie A duas vezes.

Mudou-se para a Premier League no final de sua carreira e teve passagens pelo Chelsea e pelo Manchester City, vencendo a FA Cup no primeiro, antes de retornar a França para jogar pelo Marselha em 2001.

Encerrou a carreira no Al-Jazira em 2003.

Considerado um dos maiores jogadores africanos de todos os tempos, em 1995 foi eleito Jogador Mundial do Ano pela FIFA e ganhou a Bola de Ouro, tornando-se o primeiro e até agora único jogador africano, a conquistar esses prémios.

Em 1989, 1994 e 1995, também foi eleito o Futebolista Africano do Ano e, em 1996, o Jogador Africano do Século.

Esperemos que seja tão bom presidente como foi futebolista.

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