Libéria/Serra Leoa: 88 milhões para estradas.

A Libéria e a Serra Leoa vão investir 88,2 milhões de dólares para desenvolvimento de estradas e facilitação de transportes através da União do Rio Mano.

A União do Rio Mano é uma associação internacional, inicialmente estabelecida entre a Libéria e a Serra Leoa em 1973, ao abrigo da Declaração do Rio Mano. O Rio Mano começa nas terras altas da Guiné-Conacri e forma uma fronteira entre a Libéria e a Serra Leoa. A União inclui agora a Guiné e a Costa do Marfim.

Este investimento que faz parte da terceira fase do programa implica a asfaltar 50 quilómetros de estrada na Libéria e 25 quilómetros na Serra Leoa.

Também financiará estudos de viabilidade para a construção de 170 quilómetros de estradas na Serra Leoa e na Libéria.

Outras componentes do projeto são a construção de uma ponte de 276 metros sobre o rio Makona, entre a Guiné e a Serra Leoa, o desenvolvimento de infraestruturas socioeconómicas, e o apoio às mulheres e associações de jovens para promover a tão necessária iniciativa privada.

O programa destina-se a ajudar a melhorar o padrão das estradas que ligam Kailahun a Koindu, na fronteira entre a Serra Leoa e a Guiné, e o troço Putuken-John Davies Town, que se situa no eixo de Fish Town-Zwedru na Libéria.

As obras irão reforçar a segurança e as condições da travessia do rio Makona, bem como a acessibilidade e a qualidade de vida das comunidades locais.

O financiamento foi aprovado, nesta quarta-feira, 23 de Março de 2022, pelo Conselho de Administração do Fundo Africano de Desenvolvimento (FAD), a janela concessional do Grupo BAD.

A aprovação abrange subvenções no valor de 35,1 milhões de dólares para a Serra Leoa e outros 8,9 milhões de dólares para a Libéria.

Além disso, a Libéria receberá um empréstimo de 31,8 milhões de dólares do ADF e outro empréstimo de 12,4 milhões de dólares da janela do Mecanismo de Apoio à Transição.

O projeto irá capacitar as mulheres na área abrangida pelo programa através do estímulo à produção e comercialização agrícolas, e outras atividades geradoras de rendimentos, para além de ajudar a restaurar os ecossistemas florestais para mitigar os efeitos das alterações climáticas e de outros eventos climáticos extremos.

 

O que pensas da falta de asfalto nas estradas africanas? Não achas que esta situação na Libéria e na Serra Leoa poderia ter sido evitada? Queremos saber a tua opinião, não hesites em comentar e se gostaste do artigo partilha e dá um “like/gosto”.

Imagem: © 2022 DR
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