Mais estradas na região do Corno de África.

O projeto realizado na sub-região do Corno da África, com um custo de 223,3 milhões de dólares, cobre o corredor Isiolo-Mandera de 740 km e irá reforçar a integração regional e o comércio entre o Quénia, a Somália e a Etiópia.

Espera-se que cerca de 867 mil pessoas que residem na área do projeto beneficiem da iniciativa.

A rede rodoviária, incluindo o troço El Wak-Rhamu de 142 km, é um dos quatro corredores prioritários identificados no âmbito da Iniciativa Corno de África, conduzida pelos governos do Quénia, Etiópia, Somália, Sudão, Eritreia e Djibuti.

A iniciativa é apoiada pelo Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), Banco Mundial e União Europeia.

Espera-se que o projeto rodoviário contribua para o desenvolvimento socioeconómico das comunidades ao longo do corredor, que se caracteriza por elevados níveis de pobreza e é propenso à insegurança.

De acordo com estimativas do Banco Mundial, 70% dos residentes na área do projeto vivem na pobreza, com fraco acesso aos serviços básicos. Isto é exacerbado por secas frequentes que constituem uma ameaça para o gado, a principal fonte de alimento e rendimento nesta área.

Banco Africano de Desenvolvimento financia com 217 milhões de dólares dos quais 75 milhões da “janela” não concecional do BAD e 142 milhões de dólares em empréstimos concessionais, através do Fundo Africano de Desenvolvimento.

O governo queniano contribuirá com 6,3 milhões de dólares.

Tal como Mercados Africanos informou em Julho 2021, recorde-se que o ligado as infraestruturas rodoviárias, o BAD tinha aprovado 83,6 milhões de dólares para impulsionar o comércio transfronteiriço de eletricidade entre a Etiópia e Djibouti e para aprofundar a integração na sub-região do Corno da África.

O projeto entre a Etiópia e Djibouti envolverá a construção de quase 300 km de linha de interconexão, 170 km de linhas de transmissão e uma nova construção ou reabilitação de subestações elétricas nos dois países.

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