Manjak:  A série que liga o Senegal e a Guiné-Bissau.

CANAL+ ORIGINAL continua a apoiar a criação e produção africanas, com mais uma nova série: Manjak.

Combinando mistério e fantasia, Manjak é uma ficção senegalesa sobre a cultura Manjak, os seus valores e tradições, produzida por CANAL+ INTERNATIONAL e Keewu Production (Mediawan Africa).

Para descobrir a partir de segunda-feira, 4 de outubro, às 20h30 no CANAL+ PREMIERE, para os nossos leitores com CANAL+, a não perder.

Criada e escrita por Anna Gomis, ela mesma de origem Manjak, Manjak apresenta Jella, uma jovem de Dacar, que acredita que vai para a Guiné-Bissau, no coração das florestas Manjak, para uma cerimónia tradicional.

Lá, ela percebe que na realidade é o funeral do seu pai Formosa, que ela já não via há 25 anos.

O seu encontro com Ba Yeuk, a aldeia natal do seu pai, leva-a descobrir os mistérios ligados à sua família Manjak.

Manjak, refaz assim, a jornada mística de Jella na procura da sua identidade.

Dirigida de forma magistral por dois talentos: Hubert Laba Ndao, diretor senegalês a quem devemos filmes premiados como Teuss Teuss e Dakar Trottoirs, e Siam Marley e o jovem diretor costa-marfinense que dirigiu África no feminino.

A série também reúne um elenco de estrelas senegalesas em ascensão, incluindo Dialika Haile Sane, a heroína de Manjak, bem como os atores Pape Boubou Ndiaye e Jean-Paul D’Almeida, ambos conhecidos pelas suas interpretações em muitas séries senegalesas de sucesso.

Fabrice Faux, Diretor de Canais e Conteúdo da CANAL+ INTERNATIONAL, declarou: “Manjak é uma série cativante e autêntica que transportará o espectador para o misterioso e fantástico universo da cultura Manjak. Tenho orgulho de que CANAL+ tenha conseguido reunir esses diferentes talentos e mais uma vez comprovar com esta série CANAL+ ORIGINAL o seu compromisso inabalável com os criadores e artistas do Continente”

Por seu lado, Alexandre Rideau, produtor da Mediawan Africa, sublinhou: “Com Manjak, continuamos o nosso trabalho de revelar histórias de âmbito universal, contadas pelos talentos do Continente africano, com as exigências artísticas e técnicas das melhores produções internacionais”.

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