Marrocos no top 50 mundial em cibersegurança.

Em apenas dois anos, Marrocos deu um salto de 43 lugares na classificação da União Internacional das Telecomunicações, da ONU, passando da 93ª posição, em 2018, para 50ª posição em 2021, a nível mundial.

Estes resultados espelham a estratégia ganhadora de Marrocos ao colocar as ameaças cibernéticas no centro das suas preocupações, de acordo com o jornal Aujourd’hui.ma de 13 de dezembro 2021.

As ameaças na web e nas redes e infraestruturas informáticas estão a crescer à escala internacional, não obstante a tecnologia digital tenha vindo a fazer progressos significativos desde a crise sanitária.

A vulnerabilidade e as ameaças estão a tornar-se mais importantes e graves, de acordo com a referida fonte, sendo que Marrocos não constitui excepção.

Neste contexto, as autoridades marroquinas preveem avançar neste sector, nos próximos tempos, nomeadamente reforçando a cooperação com diversos parceiros e melhorando os mecanismos nacionais.

Recorde-se que tal como Mercados africanos tinha noticiado a cibersegurança é uma preocupação crescente em África e nesse contexto o Egito que continua a seguir a sua política pan-africana de tecnologias de informação sua política através da troca de experiências e formação, lançou uma nova iniciativa.

Formação em cibersegurança

A criação de uma escola projetada para treinar africanos nas áreas de segurança cibernética e sistemas inteligentes, inaugurada a 8 de julho 2021, e chamado Centro de Formação em Telecomunicações Egípcio-Africano (EG-ATRC).

O centro aberto a todos os nacionais do continente teve na sua primeira formação um grupo constituído por nacionais de 11 países africanos, incluindo Camarões, Sudão, Senegal e Mauritânia.

De acordo com Hossam El-Gamal, presidente executivo da Autoridade Reguladora Nacional de Telecomunicações (NTRA), o organismo principal do centro, “a criação do Centro teve como objetivo desenvolver a força de trabalho do setor de telecomunicações para permitir que os africanos enfrentem as novas questões regulamentares e técnicas e que os graduados do centro se tornem ativos valiosos para o setor de telecomunicações na sua perspetiva regional”.

O Centro recebe 150 alunos por ano e os instruendos são treinados nas áreas da segurança cibernética, gestão de sistemas inteligentes incluindo frequências e numeração.

Além disso, o Centro também oferece programas de treinamento online gratuitos usando o sistema Massive Open Online Course (MOOC).

O objetivo é desenvolver as capacidades dos reguladores de telecomunicações e órgãos relevantes em África por meio de um sistema de formação único que reúne experiência académica e profissional egípcia.

Além de o Marrocos estar na 50ª posição, o Egito ocupa a 41ª posição entre 193 países.

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