No final de outubro várias escolas secundárias e duas universidades em Lisboa, para além do Centro de Acolhimento de Refugiados da Bobadela, nos arredores da capital portuguesa, acordaram com mensagens racistas escritas na parte de fora dos muros, merecendo uma condenação por parte do Governo no próprio dia.

“Tristemente, aqui em Lisboa, uns tristes resolveram pichar escolas com frases racistas, xenófobas, e foi de coração cheio, e também com um olhar atento, tanto como ministro como cidadão, que vi os alunos daquelas escolas responderem de forma imediata, com rejeição imediata, a este insulto à sua condição de cidadãos, todos eles da República Portuguesa ou migrantes que vivem cá, e todos eles repudiaram automaticamente aquilo que estava a acontecer”, reagiu o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues.

As associações ciganas, antirracistas e de defesa dos direitos humanos criticaram as mensagens escritas nas paredes, considerando que elas resultam do fortalecimento, em Portugal e na Europa, de movimentos de extrema-direita.

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