Operadoras de tlm vão investir 45 mil milhões na África Subsaariana até 2025.

Em 2020, as redes móveis apoiaram a resiliência económica de uma grande parte da população africana face ao Covid-19.

A pandemia, que aumentou a importância dos serviços de telecomunicações, acelerou o investimento das operadoras na melhoria da cobertura e da qualidade.

A Associação Mundial de Operadoras de Telefonia (GSMA na sigla em Inglês) estima que as operadoras de telecomunicações vão investir 45,2 mil milhões de dólares nas redes móveis na África Subsaariana até 2025.

Esses investimentos serão impulsionados pelo crescimento da percentagem de penetração móvel de 46% a 50%. Espera-se que os 495 milhões de assinantes do continente aumentem para 615 milhões, seguindo a crescente procura por serviços de telecomunicações.

“Como o uso de serviços digitais deve continuar a aumentar, os investimentos das operadoras só aumentarão em importância. A 5G (quinta geração) constituirá uma parte significativa desses investimentos “, explica a GSMA no seu relatório “The Mobile Economy Sub-Saharan Africa 2021″,  lido por Mercados africanos

A pandemia Covid-19 realçou o valor das redes de telefonia móvel, que continuam sendo a única forma de acesso à Internet para muitas pessoas na África Subsaariana.

As redes moveis solidificaram a resiliência enquanto as operadoras implementavam uma variedade de medidas, incluindo investimentos em capacidade de rede, para lidar com a explosão no tráfego de dados.

A rede móvel será também o principal meio de acesso de grande parte da população africana, a grande maioria nas zonas rurais, à economia digital. Os investimentos a serem feitos até 2025 justificam a crescente importância dessa tecnologia como resposta a crises e para planejar a recuperação, acredita a GSMA.

Em contraste com o investimento em redes móveis, a contribuição do ecossistema móvel para a economia do continente será de quase 150 mil milhões de dólares em 2025, um aumento de 20 mil milhões.

Em 2020, o ecossistema móvel gerou 8% do produto interno bruto (PIB) africano, ou quase 130 mil milhões de dólares, o que fez o setor público ter beneficiado de 15 mil milhões, através de impostos.

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